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domingo, 22 de janeiro de 2017
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Joanna de Ângelis recomenda cinco itens para elevar nosso pensamento, meditando sobre eles:
- Postado por ANA MARIA TEODORO MASSUCI em 18 janeiro 2017
às 22:40
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1- a vida
é bela;
2- eu nasci para amar;
3- eu vivo para , servir;
4- o mal que me fazem não me faz mal, o mal que me faz mal é o mal que eu faço, porque me torna um ser mau;
5- há um sol brilhando dentro de mim.
Divaldo Franco nos explica cada um desses tópicos:
1 - A vida é bela .
Se nós observamos a paisagem, ela é encantadora. Nas muitas vezes que estamos com os óculos da melancolia, vêmo-la de uma forma triste e depressiva, mas não é a paisagem; quando estamos alegres, um poço de lama pútrida apresenta-se-nos como uma oportunidade de transformar o jardim; quando estamos tristes, a fonte cantante parece um olho que verte lágrimas de dor. A paisagem é a mesma; nossa disposição de fitá-la é que torna essa paisagem luminescente ou sombria. Então, quando colocamos o santo óleo do amor no coração e as lentes transparentes da alegria, a vida é sempre bela.
2 - Eu nasci para amar
Todos nós nascemos para amar. Ocorre que em nosso trânsito evolutivo nosso egotismo leva-nos a querer ser amados e negociamos o amor. O amor para nós só tem sentido se houver uma resposta, e então isso não é amor. O amor é como perfume, ele exterioriza. É claro que em nosso sentido de humanidade gostaríamos de receber a resposta, mas não é tão importante, porque as pessoas que recebem respostas afetivas nem sempre são plenas, tornam-se caprichosas e cada vez querem mais. Então, quando do nós amamos, sempre a vida responde, porque o ato de amar é uma forma de ser feliz. A vida é uma canção de serviço: todo aquele que não vive para servir ainda não aprendeu a viver.
3 - Eu vivo para servir
O Rotary tem um pensamento extraordinário: aquele que não vive para servir, não serve para viver. A mim, apesar da beleza, me parece um tanto pessimista; eu o substituiria: aquele que não vive para servir, não merece viver. Então, eu diria, ainda, que não aprendeu a viver, porque a gente aprende a viver quando se torna útil, quando a gente sabe que a vida tem um sentido, que a vida tem um significado.
4 - O mal que me fazem não me faz mal, o mal que me faz mal é o mal que eu faço, porque me torna um ser mau
Invariavelmente nós valorizamos mais o mal do que o bem. Há uma bela história de psicologia: Um professor foi dar uma aula de avaliação comportamental e chegando na classe estendeu sobre o quadro de giz um imenso lençol alvo; depois tomou de um pincel e na ponta do lençol colocou pequena mancha, e perguntou aos alunos: que vêem? Todos, em uníssono: uma mancha! Ninguém viu o lençol. A mancha era mil vezes menor que o lençol; é a tendência para ver desenfocada a realidade. Ninguém sequer diz: vejo o lençol com uma mancha. É nosso atavismo ver o lado negativo. Por quê? Por causa dos nossos instintos primários.
Os três instintos básicos da vida são: alimentação, repouso e nutrição; por causa deles os animais matam; por causa deles nós também matamos e por esse instinto de ver sempre a supremacia sobre o mais fraco nós adquirimos uma tendência negativista, porque armazenamos mais idéias negativas que positivas e graças a isso nós nos perdemos ante a realidade. Na hora que aprendermos a servir, nós superaremos todos esses condicionamentos, e se não recebermos respostas é porque nosso serviço não foi tão profundo que mudasse a estrutura daquele ou do lugar a que estaremos servindo.
Em realidade, quando alguém não gosta da gente, o problema não é nosso, é da pessoa. Se alguém fala mal de nós, há de ter um fator de desequilíbrio de quem fala: há inveja, há competição, há insensatez, o desejo de superar, ou simplesmente uma alma atormentada. Então, se alguém não gosta de nós, o problema é da pessoa.
Mas quando nós não gostamos de alguém o problema é nosso. Porque nós é que não estamos bem, nós é que estamos doentes, daí o mal que me fazem não me faz mal, porque a vibração negativa só encontra apoio quando há consonância; se eu me mantiver acima da faixa vibratória daquele que não gosta de mim, não há um plugue para a fixação da tomada do meu sentimento, então, seu mal não me atinge; mas se eu reagir e descer ao mesmo nível, então aí o mal me faz mal. Agora, o mal pior não é aquele que nos fazem, é o que nós fazemos, porque nos torna pessoas más; daí, nós devemos encetar todo esforço para nunca retribuir o mal com o mal.
Quando alguém nos persiga, calunie e até minta, acusando-nos por coisas que jamais passaram por nossa mente, porque as mentes são muito férteis e há um ângulo da psicologia, no capítulo das patologias, a mentira, a pessoa sempre mente e quando percebe que seu objetivo não logrou, a pessoa cria coisas que não existem, mas na mente dele acontecem; é o transtorno psicológico: ele vê o que existe dentro de si; nós não devemos reagir, devemos agir, deixar que o tempo responda, porque a pessoa também vai amadurecer, vai viver, vai aprender com a vida e merece amor.
5 - Há um sol brilhando dentro de mim
Há um sol que brilha dentro de nós: é a presença do amor, porque normalmente o sol brilha fora e nós, que estamos no meio, projetamos sombra; quando instalamos o sol do amor dentro de nós, na crença, na beleza, nós nos tomamos uma lâmpada que irradia em todas as direções.
Conclusão:
Então, a vida é bela, como diz Joanna de Ângelis; eu nasci para amar, e a gente, quando nasce para amar, tem sempre que fazer alguma coisa para que o mundo se torne digno de ser amado.
Eu nasci para servir; então, estamos aqui com um objetivo superior; o mal que me fazem não me faz mal, porque toda vez que alguém pensa em mim negativamente, isso deve constituir um estímulo para que eu avance na direção do bem; e o sol que brilha dentro de nós é a presença do amor.
(Fonte: Revista Visão Espírita, nº 17 - coluna Diálogo Franco)
2- eu nasci para amar;
3- eu vivo para , servir;
4- o mal que me fazem não me faz mal, o mal que me faz mal é o mal que eu faço, porque me torna um ser mau;
5- há um sol brilhando dentro de mim.
Divaldo Franco nos explica cada um desses tópicos:
1 - A vida é bela .
Se nós observamos a paisagem, ela é encantadora. Nas muitas vezes que estamos com os óculos da melancolia, vêmo-la de uma forma triste e depressiva, mas não é a paisagem; quando estamos alegres, um poço de lama pútrida apresenta-se-nos como uma oportunidade de transformar o jardim; quando estamos tristes, a fonte cantante parece um olho que verte lágrimas de dor. A paisagem é a mesma; nossa disposição de fitá-la é que torna essa paisagem luminescente ou sombria. Então, quando colocamos o santo óleo do amor no coração e as lentes transparentes da alegria, a vida é sempre bela.
2 - Eu nasci para amar
Todos nós nascemos para amar. Ocorre que em nosso trânsito evolutivo nosso egotismo leva-nos a querer ser amados e negociamos o amor. O amor para nós só tem sentido se houver uma resposta, e então isso não é amor. O amor é como perfume, ele exterioriza. É claro que em nosso sentido de humanidade gostaríamos de receber a resposta, mas não é tão importante, porque as pessoas que recebem respostas afetivas nem sempre são plenas, tornam-se caprichosas e cada vez querem mais. Então, quando do nós amamos, sempre a vida responde, porque o ato de amar é uma forma de ser feliz. A vida é uma canção de serviço: todo aquele que não vive para servir ainda não aprendeu a viver.
3 - Eu vivo para servir
O Rotary tem um pensamento extraordinário: aquele que não vive para servir, não serve para viver. A mim, apesar da beleza, me parece um tanto pessimista; eu o substituiria: aquele que não vive para servir, não merece viver. Então, eu diria, ainda, que não aprendeu a viver, porque a gente aprende a viver quando se torna útil, quando a gente sabe que a vida tem um sentido, que a vida tem um significado.
4 - O mal que me fazem não me faz mal, o mal que me faz mal é o mal que eu faço, porque me torna um ser mau
Invariavelmente nós valorizamos mais o mal do que o bem. Há uma bela história de psicologia: Um professor foi dar uma aula de avaliação comportamental e chegando na classe estendeu sobre o quadro de giz um imenso lençol alvo; depois tomou de um pincel e na ponta do lençol colocou pequena mancha, e perguntou aos alunos: que vêem? Todos, em uníssono: uma mancha! Ninguém viu o lençol. A mancha era mil vezes menor que o lençol; é a tendência para ver desenfocada a realidade. Ninguém sequer diz: vejo o lençol com uma mancha. É nosso atavismo ver o lado negativo. Por quê? Por causa dos nossos instintos primários.
Os três instintos básicos da vida são: alimentação, repouso e nutrição; por causa deles os animais matam; por causa deles nós também matamos e por esse instinto de ver sempre a supremacia sobre o mais fraco nós adquirimos uma tendência negativista, porque armazenamos mais idéias negativas que positivas e graças a isso nós nos perdemos ante a realidade. Na hora que aprendermos a servir, nós superaremos todos esses condicionamentos, e se não recebermos respostas é porque nosso serviço não foi tão profundo que mudasse a estrutura daquele ou do lugar a que estaremos servindo.
Em realidade, quando alguém não gosta da gente, o problema não é nosso, é da pessoa. Se alguém fala mal de nós, há de ter um fator de desequilíbrio de quem fala: há inveja, há competição, há insensatez, o desejo de superar, ou simplesmente uma alma atormentada. Então, se alguém não gosta de nós, o problema é da pessoa.
Mas quando nós não gostamos de alguém o problema é nosso. Porque nós é que não estamos bem, nós é que estamos doentes, daí o mal que me fazem não me faz mal, porque a vibração negativa só encontra apoio quando há consonância; se eu me mantiver acima da faixa vibratória daquele que não gosta de mim, não há um plugue para a fixação da tomada do meu sentimento, então, seu mal não me atinge; mas se eu reagir e descer ao mesmo nível, então aí o mal me faz mal. Agora, o mal pior não é aquele que nos fazem, é o que nós fazemos, porque nos torna pessoas más; daí, nós devemos encetar todo esforço para nunca retribuir o mal com o mal.
Quando alguém nos persiga, calunie e até minta, acusando-nos por coisas que jamais passaram por nossa mente, porque as mentes são muito férteis e há um ângulo da psicologia, no capítulo das patologias, a mentira, a pessoa sempre mente e quando percebe que seu objetivo não logrou, a pessoa cria coisas que não existem, mas na mente dele acontecem; é o transtorno psicológico: ele vê o que existe dentro de si; nós não devemos reagir, devemos agir, deixar que o tempo responda, porque a pessoa também vai amadurecer, vai viver, vai aprender com a vida e merece amor.
5 - Há um sol brilhando dentro de mim
Há um sol que brilha dentro de nós: é a presença do amor, porque normalmente o sol brilha fora e nós, que estamos no meio, projetamos sombra; quando instalamos o sol do amor dentro de nós, na crença, na beleza, nós nos tomamos uma lâmpada que irradia em todas as direções.
Conclusão:
Então, a vida é bela, como diz Joanna de Ângelis; eu nasci para amar, e a gente, quando nasce para amar, tem sempre que fazer alguma coisa para que o mundo se torne digno de ser amado.
Eu nasci para servir; então, estamos aqui com um objetivo superior; o mal que me fazem não me faz mal, porque toda vez que alguém pensa em mim negativamente, isso deve constituir um estímulo para que eu avance na direção do bem; e o sol que brilha dentro de nós é a presença do amor.
(Fonte: Revista Visão Espírita, nº 17 - coluna Diálogo Franco)
sábado, 24 de dezembro de 2016
Natal e Espiritismo
Sérgio Biagi Gregório
SUMÁRIO:
1. Introdução. 2. Conceito. 3. Histórico. 4. Nascimento de Jesus: 4.1. A
Manjedoura; 4.2. Anúncio Profético; 4.3. Uma Nova Luz. 5. A Simbologia do Natal:
5.1. Papai Noel; 5.2. O Espírito do Natal; 5.3. Numa Véspera de Natal. 6. A
Mensagem do Cristo através do Espiritismo: 6.1. Um Conquistador Diferente; 6.2.
O Espiritismo como Revivescência do Cristianismo; 6.3. Festa de Natal para os
Espíritas. 7. Conclusão. 8. Bibliografia Consultada.
1. INTRODUÇÃO
De onde vem o termo Natal? Por
que 25 de dezembro? Desde quando se comemora nesta data? Qual o espírito do
Natal? Qual o significado dos presentes, das árvores e do Papai Noel?
Tencionamos desenvolver este assunto analisando o nascimento de Cristo, o
espírito natalício e os subsídios oferecidos pelo Espiritismo, para uma melhor
interpretação da sua simbologia.
2. CONCEITO
Natal - Do latim
natale significa nascimento. Dia em que se comemora o nascimento de Cristo
(25 de dezembro).
3. HISTÓRICO
As Igrejas orientais, desde o
século IV, celebravam a Epifania (“aparição” ou “manifestação”), em 6 de
janeiro, cujo simbolismo referia-se ao mistério da vinda ao mundo do Verbo
Divino feito homem. Em Roma, desde o tempo do Imperador Aureliano (274), o dia
25 de dezembro (solstício de Inverno, no calendário Juliano) era consagrado ao
Natalis Solis Invicti, festa mitríaca do “renascimento” do Sol. A Igreja
romana não tardou em contrapor-lhe a festa cristã do Natale de Cristo, o
verdadeiro “sol de justiça”. Esta festa pronto se estendeu por todo o Ocidente,
não tardando também em ser adotada por todas as igrejas orientais. (Enciclopédia
luso-Brasileira de Cultura)
O nascimento de Cristo sempre
esteve envolvido em controvérsias. Para uns, seria 1.º de janeiro; para outros,
6 de janeiro, 25 de março e 20 de maio. Pelas observações dos chineses, o Natal
seria em março, que foi quando um cometa, tal qual a estrela de Belém, reluziu
na noite asiática no ano 5 d.C. Como data festiva, é um arranjo inventado pela
Igreja e enriquecida através dos tempos pela incorporação de hábitos e costumes
de várias culturas: a árvore natalina é contribuição alemã (século VIII); o
Papai Noel (vulgo São Nicolau) nasceu na Turquia (século IV); os cartões de
natal surgiram na Inglaterra, em meados do século XIX. (Estado de São Paulo, p.
D3)
4. NASCIMENTO DE JESUS
4.1. A MANJEDOURA
Conta-se que Jesus nascera numa
manjedoura, rodeado de animais. Um monge diz que isso não é verdade, pois como a
casa de José era pequena para abrigar toda a sua família, o novo rebento deu-se
no estábulo. Em termos simbólicos, a manjedoura revela o caráter humilde e
simples daquele que seria o maior revolucionário de todos os tempos, sem que
precisasse escrever uma única palavra. Os exemplos de sua simplicidade devem
nortear os nossos passos nos dias que correm. De nada adianta dizermo-nos
adeptos de Cristo e agirmos de modo contrário aos seus ensinamentos.
4.2. ANÚNCIO PROFÉTICO
O nascimento de Jesus fora
anunciado pelos profetas da antiguidade, nos seguintes termos: “Eis que a virgem
conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que
quer dizer: Deus convosco)”. Na época predita veio ao mundo o arauto, o
Salvador, aquele que tiraria os “pecados” do mundo. Os judeus, contudo, não
entenderam a grande mensagem do Salvador: esperavam-no na condição de rei, de
governador. Ele, porém, dizia ser rei, mas não deste mundo. Enaltecendo a
continuidade desta vida, vislumbrava-nos a expectativa da vida futura, muito
mais proveitosa e sem as dificuldades materiais da vida presente.
4.3. UMA NOVA LUZ
O nascimento de Jesus coincide
com a percepção de uma nova luz para a humanidade sofredora. Os ensinamentos de
Jesus devem servir para transformar não apenas um homem, mas toda a Humanidade.
Numa simples visão de conjunto, observamos o que era planeta antes e no que se
transformou depois de sua vinda. O Espírito Emmanuel, em Roteiro, diz-nos
que antes de Cristo, a educação demorava-se em lamentável pobreza, o cativeiro
era consagrado por lei, a mulher aviltada qual alimária, os pais podiam vender
os filhos etc. Com Jesus, entretanto, começa uma era nova para o sentimento.
Iluminados pela Divina influência, os discípulos do Mestre consagram-se ao
serviço dos semelhantes; Simão Pedro e os companheiros dedicam-se aos doentes e
infortunados; instituem-se casas de socorro para os necessitados e escolas de
evangelização para o espírito popular etc. (Xavier, 1980, cap. 21)
5. A SIMBOLOGIA DO NATAL
5.1. PAPAI NOEL
Papai Noel, símbolo do Natal, é
usado pelos comerciantes, a fim de incrementar as vendas dos seus produtos no
final de cada ano. O espírito do natal, segundo a propaganda, está relacionado
com a fartura da mesa, a quantidade de brinquedos e outros produtos que o
consumidor possa ter em seu lar. À semelhança dos reflexos condicionados,
estudados por Pavlov, há repetição, intensidade e clareza
dos estímulos à compra, dando-nos a entender que estamos comemorando o
renascimento de Cristo. Se não prestarmos atenção, cairemos na armadilha do
consumismo exacerbado, dificultando a meditação e a reflexão durante esta data
tão especial para a Humanidade.
5.2. O ESPÍRITO DO NATAL
O espírito do Natal deve ser
entendido como a revivescência dos ensinos de Cristo em cada uma de nossas
ações. Não há necessidade de esperarmos o ano todo para comemorá-lo. Se em nosso
dia-a-dia estivermos estendendo simpatia para com todos e distribuindo os
excessos de que somos portadores, estaremos aplicando eficazmente a “Boa-Nova”
trazida pelo mestre Jesus. “Não se pode servir a Deus e a Mamon”. A perfeição
moral exige distinção entre espírito e matéria. A riqueza existe para auxiliar o
homem no seu aperfeiçoamento espiritual. Se lhe dermos demasiado valor,
poderemos obscurecer nossa iluminação interior. Útil se torna, assim,
conscientizarmo-nos de que somos usufrutuários e não proprietários dos bens
terrenos.
5.3. NUMA VÉSPERA DE NATAL
Conta-nos o Espírito Irmão X que
Emiliano Jardim, cujas noções materialistas estragavam-lhe os pensamentos, viera
a sofrer uma dor de paternidade, ao ver o seu filho arrebatado pela morte.
Abatido pela dor, começa a se interessar pelo Catolicismo. Porém, repelia
veemente todos os que pensavam de forma diferente a respeito do Cristo. Do
Catolicismo passa para o Protestantismo, mas sem que o Mestre penetrasse no seu
interior. Depois de longa luta, Emiliano sente-se insatisfeito e ingressa nos
arraiais espiritistas. Emiliano, como acontece à maioria dos crentes, vislumbra
a verdade dos ensinamentos de Jesus, anseia por vê-lo nos outros homens, antes
de senti-lo em si mesmo.
Com o passar do tempo, teve
outros revezes.
Numa véspera de Natal, em que o
ambiente festivo lhe falava da ventura destruída do coração, Emiliano quis por
termo à própria vida.
Na hora amargurada em que o
mísero se dispunha a agravar as próprias angústias, uma voz se fez ouvir no
recôndito de seu espírito:
“— Emiliano, há quanto tempo eu
buscava encontrar-te; mas sempre me chamavas através dos outros, sem jamais me
procurar em ti mesmo! Dá-me tua dor, reclina a cabeça cansada sobre o meu
coração!... Muitas vezes, o meu poder opera na fraqueza humana. Raramente meus
discípulos gozam o encontro divino, fora das câmeras do sofrimento. Quase sempre
é necessário que percam tudo, a fim de me acharem em si mesmos”.
Emiliano estava inebriado. E a
voz continuou:
“— Volta ao esforço diário e não
esqueças que estarei com os meus discípulos sinceros até ao fim dos séculos!
Acaso poderias admitir que permaneço em beatitude inerte, quando meus amigos se
dilaceram pela vitória de minha causa? Não posso estacionar em vãs disputas, nem
nas estéreis lamentações, porque necessitamos cuidar do amoroso esclarecimento
das almas. É por isso que estou, mais freqüentemente, onde estejam os corações
quebrantados e os que já tenham compreendido a grandeza do espírito de serviço.
Não te rebeles contra o sofrimento que purifica, aprende a deixar os bonecos a
quantos ainda não puderam atravessar as fronteiras da infância. Não analises
nunca, sem amar. Lembra-te de que quando criticares teu irmão, também eu sou
criticado. Ainda não terminei minha obra terrestre, Emiliano! Ajuda-me,
compreendendo a grandeza do seu objetivo e entendendo a fragilidade dos teus
irmãos”. (Xavier, 1982, p. 40)
6. A MENSAGEM DO CRISTO
ATRAVÉS DO ESPIRITISMO
6.1. UM CONQUISTADOR
DIFERENTE
A história está repleta de
conquistadores: Sesóstris, em seu carro triunfal, pisando escravos e vencidos,
em nome do Egito sábio; Nabucodonosor, arrasando Nínive e atacando Jerusalém;
Alexandre, à maneira de privilegiado, passa esmagando cidades e multidões;
Napoleão Bonaparte, atacando os povos vizinhos. A maioria desses homens fizeram
as suas conquistas à custa de punhal e veneno, perseguição e força, usando
exército e prisões, assassínio e tortura.
“Tu, entretanto, perdoando e
amando, levantando e curando, modificaste a obra de todos os déspotas e
legisladores que procediam do Egito e da Assíria, da Judéia e da Fenícia, da
Grécia e de Roma, renovando o mundo inteiro. Não mobilizaste soldados, mas
ensinaste a um punhado de homens valorosos a luminosa ciência do sacrifício e do
amor. Não argumentaste com os reis e com os filósofos; entretanto, conversaste
fraternalmente com algumas crianças e mulheres humildes, semeando a compreensão
superior da vida no coração popular”. (Xavier, 1978, cap. 49, p. 261)
6.2. O ESPIRITISMO COMO
REVIVESCÊNCIA DO CRISTIANISMO
De acordo com os princípios
doutrinários do Espiritismo, Jesus foi o personificador da segunda revelação da
lei de deus, pois a primeira viera com Moisés, no monte Sinai, onde recebera a
tábua dos Dez Mandamentos. Como Moisés misturou a lei humana com a lei divina,
Jesus veio para retificar o que de errado havia, como é o caso de transformar a
lei do “olho por olho” e a do “dente por dente” na lei do amor e do perdão. A
sua pregação da boa nova veio ensinar ao homem a lei de causa e efeito e da
justiça divina, quer seja nesta ou na outra vida, ou seja, a vida futura. Allan
Kardec, com o auxílio dos Espíritos superiores, deu continuidade a esta grande
obra de elucidação dos caminhos da evolução.
6.3. FESTA DE NATAL PARA OS
ESPÍRITAS
Na noite em que o mundo cristão
festeja a Natividade do Menino Jesus, os espíritas devem se lembrar de comemorar
o nascimento da Doutrina Espírita, entendida como a terceira revelação, um novo
marco no desenvolvimento espiritual da humanidade, em que todos os problemas,
todas as dúvidas, todas as dores serão explicadas à luz da razão e do bom senso.
Dentro deste contexto, a lei da reencarnação é um dos princípios fundamentais
para o perfeito entendimento do sofrimento e da dor. De acordo com a
reencarnação ou a diversidade das vidas sucessivas, temos condições de melhor
vislumbrar o nosso futuro, que nada mais é do que uma continuidade daquilo que
estivermos fazendo nesta vida. Optando pela prática do bem, teremos uma vida
futura feliz; escolhendo o mal, teremos que sofrer as suas conseqüências, no
sentido de nos adaptarmos à lei do progresso, que é inexorável.
7. CONCLUSÃO
Jesus, através de seus
emissários, está sempre falando conosco, no sentido de nos incentivar a amar
cada vez mais o nosso próximo, independentemente de como este esteja nos
tratando. Pergunta-se: que vantagem há em amarmos os que nos amam?
8. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
ENCICLOPÉDIA LUSO-BRASILEIRA DE CULTURA. Lisboa: Verbo, [s. d. p.]
ESTADO DE SÃO PAULO. 21/12/1996
XAVIER, F. C. Roteiro, pelo Espírito Emmanuel. 5. ed. Rio de Janeiro: FEB,
1980.
XAVIER, F. C. Reportagens de Além-Túmulo, pelo Espírito Irmão X. 6. ed.,
Rio de Janeiro: FEB, 1982.
XAVIER, F. C. Pontos e Contos, pelo Espírito Irmão X. 4. ed., Rio de
Janeiro: FEB, 1978.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
O endereço de "DEUS"
Estimados amigos de jornada na terra, amigos do ideal espírita, mais
uma vez vemos que o povo no mundo perdeu o endereço de Deus.
No entanto vendo o comportamento deste mesmo povo, sinto que eles querem o endereço,de volta.
No entanto vendo o comportamento deste mesmo povo, sinto que eles querem o endereço,de volta.
Pelo menos foi o que vimos na visita do Papa Francisco, que tocou não
só os católicos, mas também vários religiões, vimos igrejas de portas
abertas, padres na porta, e centros espíritas cheios novamente nestes
últimos dias, e até os evangélicos que estavam ausentes voltaram.
Muito Bem, isto significa que ainda buscamos referência para ativar
nossa fé, no mesmo período a FEB determinou novos cursos, ou como ela
prefere orientou, com isto vimos amigos de volta aos livros Mediunidade
1, e de volta ao Estudo do Espiritismo 1 e 2, o que é muito bom.
Porém eu declaro aos senhores e as senhoras que nos leiem que nossa
referência maior é nossa fé, nosso amor no Jesus, o Cristo, e sobretudo
na aplicação da maior palestra de todos os tempos, que foi o sermão da
montanha.
Na maior entrevista de todos os tempos, Kardec faz 1019 perguntas aos
imortais, e eles respondem tudo, você meu amigo, minha amada espírita,
não pode seguir dentro da doutrina, ou mesmo fora dela sem conhecer, sem
saber os fatos, o ponto de vista de Kardec, o que pensou ao codificar o
Espiritismo.
Embora tenha o Livro, ganhei estes dias de uma amiga espírita, que após sua palestra deu aos Pais pela semana que comemoram.
Embora tenha o Livro, ganhei estes dias de uma amiga espírita, que após sua palestra deu aos Pais pela semana que comemoram.
Que todos estamos em sua maioria, 93% dos seres humanos com cultura, e
86% dos sem cultura, vivendo em cima de sonhos materialistas, e de
consumo não era necessário o meigo Francisco Lembrar.
Então como uma sociedade que em nome de uma vida melhor faz a opção
de colocar com um ano e meio seus filhos em escolinhas quer viver
melhor?
Nada substitue o amor, o dia a dia da mãe, sei que em muitos casos é
complicado, é quando entra o sacrifício, eu sei o que foi esta escolha,
um dia, e fizemos pela criança não podemos cobrar dos nossos filhos algo
que eles tiveram que aprender na escola, amor materno se dá em casa,
embora respeite aqueles que de fato não podem.
Quero lembrar no entanto que estamos todos vivendo em busca de
dinheiro, homens vivendo longe de filhos, DOMINGO é dia dos Pais, que
referência vão ter, os amados filhos?
E os pais? Ah! sim, um cartão, um Livro, uma meia, um presente qualquer, ou um reclamo, não ganhei não lembraram de min, e bla bla bla, e o grande senhor Deus? como ficará ou onde estará seria o certo.
E os pais? Ah! sim, um cartão, um Livro, uma meia, um presente qualquer, ou um reclamo, não ganhei não lembraram de min, e bla bla bla, e o grande senhor Deus? como ficará ou onde estará seria o certo.
O que precisamos mesmo, será que nao vivemos mais e com melhor
qualidade com menos? Para que churrascos, festas, shoppings,
aniversários cheios de brilho, sem não podemos depois falar de amor, de
educação de vida pessoal, ONDE NISTO TUDO QUE BUSCAMOS ESTÁ O ENDEREÇO
DELE?
Somos o que pensamos, fazemos o que queremos, outro dia vi uma jovem
de seus 21 anos, linda e maravilhosa, postou no Facebook em referência a
uma missa em Piracicaba onde o Padre Edvaldo usa como eu sempre disse
métodos médiunicos, para aplicar o envagelho, disse a jovem: "Obrigado senhor por esta energia que descobri aqui".
Fiquei pensando onde ela estava aos 0,05,08, 09, 10 anos, porque
aquela energia de lá, está em várias igrejas, e centros espíritas que
tenham amor, fraterno e cristão, caridade, evangelização.
Conheci a família, sei que os avós eram católicos, mas os pais são migrantes da fé, ou optaram por rezar em casa, ou de forma pessoal, em locais diferentes.
Antigamente eu defendia esta postura, Deus está em todo lugar, de
fato ele está, a ida ao centro espírita, ou igrejas é um ato, de parar, e
pensar em Deus.
O ato de como fez a menina citada trocar o Facebook, os joguinhos da internet, o sexo, a liberdade, para meditar na vida que estamos levando, E para nos dedicarmos mais a Deus.
Afinal somos o que pensamos, nossos neurônios, transmitem ao corpo o que desejamos, a energia boa e a ruim, temos ao nosso lado espíritos bons, ou ruins, depende de nosso equilibrio pessoal e sabedoria.
O ato de como fez a menina citada trocar o Facebook, os joguinhos da internet, o sexo, a liberdade, para meditar na vida que estamos levando, E para nos dedicarmos mais a Deus.
Afinal somos o que pensamos, nossos neurônios, transmitem ao corpo o que desejamos, a energia boa e a ruim, temos ao nosso lado espíritos bons, ou ruins, depende de nosso equilibrio pessoal e sabedoria.
Fiquei feliz pela jovem porque sei que neste caso, e na família dela,
muita coisa "ruim"aconteceu pela ausência de Deus, onde falta Deus
falta respeito, então é quando as fraquezas da carne, a luxúria, o
excesso se faz vencedor, é onde os obsessores espirituais dominam.
A grande lição da vida, é que por mais que você mente para si mesmo,
acaba mentindo e enganando pessoas que ama, em nome de lutas, por
dinheiro, poder, sexo, conquistas, dramas do passado, esquecemos a
verdade, esquecemos Deus, e os enviados como Jesus.
Esquecemos o sermão da montanha, esquecemos o Livro dos Espíritos, e
por isto nossa vida, sobe, e desce, nossos amores vão embora, nos traem,
ou não conseguimos ter tudo que queremos, porque o que precisamos está
no evolto do amor, seja ele a Jesus, á Deus, aos filhos, a esposa, ao
marido, ao amante, ao ex que partiu, aos pais, aos irmãos, aos amigos, a
grande verdade é que tendo Deus podemos fazer escolhas corretas.
Temos que colocar nossa fé no amado mestre, no seu pai Deus, visão
nos dada pelo proprio mestre Jesus, e seguidores, ou seja, nos olharmos
como somos de verdade, e corrigir danos, sempre o máximo que possível,
até para não levarmos pessoas e fatos para o Umbral.
Então onde está Deus em nossa vida?
Na verdade gosto de José Carlos de Lucca, quando ele fala em seu CD
Ajuda e Auto Estima, "Deus se escondeu do homem, e da mulher dentro do
seus corações".
E sim e o dia que a humanidade voltar-se para Deus, e nos
ensinamentos de Jesus, o nosso amado Rabí, teremos então o planeta
perfeito.
No caso presente da humanidade, precisamos exercitar sempre os
ensinamentos do mestre Jesus em casa, e nada melhor que fazer o
evangelho no lar, no caso do espírita, a leitura de 15 minutos da obra
de Kardec, e seus comentários ajuda a proteger, a mente e a casa, e nos
demais a leitura que seja da Biblia, em Matheus, Lucas, João, Marcos,
pelo igual periodo, e ver o que querem de nós os espíritos.
O fato é que só viveremos melhor com Deus em nossas mentes, em nosso dia á dia, com os ensinamentos de Jesus, onde tudo que precisamos até hoje foi tratado naquela montanha, e com certeza edificou outros companheiros, como o proprio Kardec, para seguir a obra do mestre.
A foto acima é de um dos Iates mas caros do mundo, luxo, prazer e riqueza, dizem custar mais de 30 milhões, você precisa dele? ou lutar por ele, ou algo similar durante toda sua vida?
Sonhar mantém o homem e a mulher vivos, durante sua jornada, mas que
foto fala mais com você? esta acima, ou que que colocamos agora:
Sem dúvida eu acho que para a maioria sentar numa vista desta, estar
em paz, e sabendo que cumpriu com o que pode numa encarnação dos
ensinamentos o farão chegar no plano espiritual melhor.
A jornada de construir uma vida com Deus, nos ensinamentos da espiritualidade, é bem melhor do que lindo e maravilhoso iate, sua vida é como esta escolha simples, Jesus disse muito claramente, que a vida precisa de amor, perdão, para todos, perdoar quem você ama, é fácil, perdoar quem te tirou algo, alguém, é mais dificil, mas quem tira o que e de nós?
Lembro mais uma vez que ninguém é de ninguém, todos são de Deus, e certamente precisamos refletir não porque um homem bom chamado Francisco que é Papa falou, precisamos pelo resultado da sociedade como um todo.
Lembrar tanto nós do nosso Chico Xavier, e muito do nosso codificador, Kardec, homem centrado, dentro da razão, jamais deixou Deus de fora de suas descobertas e codificações, nos deu um guia de como fazer a vida ser mais fácil.
A jornada de construir uma vida com Deus, nos ensinamentos da espiritualidade, é bem melhor do que lindo e maravilhoso iate, sua vida é como esta escolha simples, Jesus disse muito claramente, que a vida precisa de amor, perdão, para todos, perdoar quem você ama, é fácil, perdoar quem te tirou algo, alguém, é mais dificil, mas quem tira o que e de nós?
Lembro mais uma vez que ninguém é de ninguém, todos são de Deus, e certamente precisamos refletir não porque um homem bom chamado Francisco que é Papa falou, precisamos pelo resultado da sociedade como um todo.
Lembrar tanto nós do nosso Chico Xavier, e muito do nosso codificador, Kardec, homem centrado, dentro da razão, jamais deixou Deus de fora de suas descobertas e codificações, nos deu um guia de como fazer a vida ser mais fácil.
Somente agradecendo você terá no seu cerebro, logo no períspirito, e
no seu espírito, sempre o endereço de Deus, até porque quando partir da
Terra mesmo que não chegue lá, irá gostar de ter a certeza de ter o
endereço dele em suas mãos, um amigo vos espera de volta, mas como todo
grande amigo e guia, saberá reconhecer se no meio do caminho, você
retornar, para fazer a coisa certa, então pregue o amor, vá ao centro
espírita, como a mesma alegria de ir a uma igreja, agradeça a
oportunidade de todos os dias estar aqui, evoluindo, para de fato um dia
estar pronto demore quantos anos demorar, e possa chegar as portas do
endereço amado, e dizer, : "Meu pai estou aqui de volta, e muito melhor
como o senhor sempre pediu..."
David Guilherme, 55, é espírita, médium, orador, pesquisador da doutrina de
Allan Kardec e colabora com este blog.
Espiritismo Piracicaba (Facebook)
@David Chinaglia (Twitter)
davidchinaglia@gmail.com (e-mail para comentários e palestras)
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
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