sábado, 8 de junho de 2019

O que leva uma pessoa a se tornar devota de um santo?

Santo Antônio, frei franciscano português, descendente de família rica, trocou o conforto de uma vida abastada pela religiosa. Abandonou tudo para se tornar um fiel discípulo de Cristo. Nasceu em 1195, em Lisboa, e faleceu em 1231, nos arredores de Pádua, na Itália, com apenas trinta e seis anos de idade.
Sua vida é marcada por inúmeros milagres e fatos miraculosos. Um deles foi a aparição do menino Jesus; outro aconteceu durante uma pregação, onde se encontravam pessoas de várias nações, e sua fala foi entendida por todos na língua materna de cada.
Além disso, são relatadas muitas curas, como de surdos, mudos, paralíticos, cegos e epiléticos. O filme “Antônio de Pádua”, do diretor Umberto Marino, narra um desses milagres.
O filme conta que uma menina se afogara e seus pais imediatamente solicitaram a intervenção de Antônio, que a tomou nos braços e suplicou a Deus pela vida da menina. Instantes depois, a menina subitamente se desperta para a vida, para o espanto dos presentes. Os pais da menina quase não acreditavam naquilo que viam: sua filha estava viva!
Bem, o tempo foi passando... Chegamos ao século vinte, na década de 1970, onde nasce uma certa criança, do sexo feminino. Decorrido algum período após seu nascimento, a criança começa a apresentar sérios problemas de saúde, sendo que os médicos não parecem estar muito otimistas. A vida dela poderia se desfazer a qualquer momento.
Nesse instante, a mãe dessa criança não teve mais dúvidas e resolveu fazer aquilo que seu coração lhe dizia. Como era época de festa junina, a mãe levou a criança a uma trezena de Santo Antônio, promovida por certas paróquias da Igreja Católica, onde, durante treze dias, faz missas diárias em homenagem ao santo. Algumas pessoas vão lá para agradecer, outras para fazerem seus pedidos.
Assim, todos os dias a mãe participava das missas, levando a criança consigo, e orava fervorosamente pela vida da menina.
Seja pela fé da mãe ou por qualquer outro motivo, o fato é que a criança não mais apresentou problemas de saúde, sarando de vez.
A mãe se tornou então uma devota de Santo Antônio, participando anualmente da trezena de Santo Antônio.
A menina, supostamente salva pelas mãos de Santo Antônio, atualmente conta com mais de trinta e cinco anos de idade, não mais apresentando problemas de saúde.
Na verdade, os espíritos dos pais daquela menina que se afogara na época de Santo Antônio, reencarnaram e agora são os mesmos pais da menina que nasceu na década de 1970.
Mesmo após passarem mais de setecentos anos, os espíritos dos pais da menina ainda guardavam a lembrança daquela época em que Santo Antônio trouxera de volta a vida de sua amada filha. Por isso, quando a menina renasceu no século vinte apresentando problemas de saúde, os pais a levaram novamente aos pés do santo. No íntimo, os pais sabiam que Santo Antônio poderia curá-la.
Esse é um dos motivos que leva uma pessoa a se tornar devota de um santo, assim explicado pela reencarnação.
Nas palavras de Jesus, “Se tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda, movereis a montanha”.
Abraços fraternos a todos!
Equipe do Reencarnados da História 
(encarnados e desencarnados)
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Fontes:
- A história da mãe devota foi narrada pela própria menina nascida na década de 1970, hoje uma mulher adulta;
- Quando assisti ao filme “Santo Antônio de Pádua”, os Mentores Espirituais mostraram que ambas meninas são o mesmo espírito, da mesma forma que seus pais;
- Para quem quiser assistir ao filme pelo Youtube, clica no link: https://www.youtube.com/watch?v=l55sWaOd_Jg.
O trecho onde aparece a menina afogada é aproximadamente em 1:25:00;
- A imagem de Santo Antonio aqui inserida é a parte do filme onde Antônio carrega a menina nos braços.A imagem pode conter: 1 pessoa, sentado, atividades ao ar livre e texto

"Dívidas passadas"

Vou contar um caso que aconteceu comigo, e que me fez pensar bastante sobre o termo “coincidências”.
Certa noite a namorada me ligou para dialogar brevemente e também para aquele tradicional “boa noite”. Após alguma conversa, ela comentou que estava sentindo uma certa azia estomacal, um leve mal estar, mas que estava lhe incomodando bastante. Perguntei se ela tinha algum remédio antiácido; respondeu que não.
Como já passava das 23h30min e as farmácias estavam fechadas, me ofereci a ir buscar um sal de fruta numa farmácia que funcionava 24 horas. A namorada falou que não precisava, mas mesmo assim eu fui comprar o remédio.
Lá chegando, estacionei o carro na esquina ao lado da farmácia e fui comprar o medicamento. Ao passar pelo caixa, paguei e saí.
Eu estava todo contente, tão feliz por ajudar minha namorada que estava precisando, que nem sequer notei que havia uma moto estacionada bem atrás do meu carro. Passei ao lado da moto, mas não a vi.
Abri a porta, sentei no banco, coloquei a sacolinha com o medicamento no porta-luvas, inseri a chave no contato e dei a partida. Havia um outro veículo estacionado à minha frente, sendo, portanto, necessário deslocar o carro um pouco para trás. Olhei no espelho e não vi nada que impedisse uma marcha à ré. Eu realmente não vi a moto, porque ela ficava abaixo do ângulo de visão no espelho. Engatei a ré e acelerei, fazendo o veículo ir para trás.
Obviamente, meu carro encostou-se à moto, porém não com muita força, mas o suficiente para derruba-la ao chão, fazendo um grande barulho. Eu assustei, sem saber do que se tratava. Foi só então que olhei no espelho e notei o escapamento e o pneu traseiro de uma moto tombada ao chão. E compreendi o que eu havia feito.
Senti uma certa revolta de mim mesmo. Que droga! Porque eu não vi antes a moto estacionada? Não poderia ter evitado? Porque essas coisas têm que acontecer?
Abri a porta, desci do carro e fui ver a moto. O dono já estava lá e me questionou porque eu havia feito aquilo; respondi que não havia visto a moto pelo espelho. E não vi mesmo.
Bem, não havia nada a fazer, o fato estava consumado. Não dava para voltar atrás. O jeito era tentar consertar a situação.
Pedi ao rapaz ajudar a levantar a moto para verificar quais os danos causados. Ele a levantou e, procurando por avarias, falou:
- Só um espelho está quebrado.
- E quanto custa um espelho? – perguntei. 
- Vinte reais – ele respondeu.
- Só o espelho? Nada mais ficou avariado ou quebrado? – perguntei.
- Não, nada mais – ele respondeu enquanto observava mais algum possível dano.
- Tem certeza? 
- Sim, tenho. 
- Está bem – falei. – Olha, tenho aqui comigo vinte reais. Toma, pegue esse dinheiro para você comprar um novo espelho para trocar esse que está quebrado.
- Obrigado – ele pegou o dinheiro e guardou no bolso.
- Não quer anotar meu número de telefone, caso você venha a encontrar mais alguma avaria em sua moto? Agora é noite, fica mais difícil ver.
- Não, não há necessidade – ele respondeu. – Foi só o espelho mesmo que quebrou.
- Posso ficar tranqüilo? – perguntei.
- Pode sim. – ele respondeu.
- Está bem - falei. – Peço desculpas pelo transtorno causado. Eu realmente não vi sua moto através do espelho do carro.
- Tudo bem, a situação já está resolvida – ele respondeu por fim.
Despedi dele, entrei no carro e fui embora.
A caminho de volta, já com uma certa revolta comigo mesmo, falei num desabafo: “porque essas coisas têm que acontecer? Só para causar transtorno?”. Lembrei que quando eu saí da farmácia, nem sequer notei que havia uma moto estacionada logo atrás do meu carro. Estava tão distraído que não percebi. Fiquei tentando imaginar qual seria a razão de fatos como esse acontecerem.
Inesperadamente, os Mentores responderam minha pergunta. Falaram aos meus ouvidos mediúnicos nesses termos:
- “Você devia a ele exatamente a quantia equivalente a vinte reais”.
Em seguida, como se fosse um filme, algumas imagens começaram a surgir em minha mente, enquanto eu dirigia o veículo. Vi que em alguma época, em algum lugar no passado, fiquei devendo a esse espírito, que hoje é o dono da moto, a quantia equivalente a vinte reais. Eu iria pagar, já tinha até marcado a data para o pagamento. Porém, o inesperado aconteceu: ele faleceu antes da data marcada. Fiquei desolado, triste com o acontecido. E até o fim da minha vida daquela época eu carreguei comigo esse peso de não ter quitado a dívida. Quando nos encontramos no Astral, após meu desencarne, ele até comentou que eu não tive culpa em não pagar a dívida, e que não era realmente necessário quita-la. Porém, para desencargo de consciência de ambos, achamos que o melhor era quitar a dívida.
Entretanto, o dono da moto e eu não nos encontraríamos nessa atual encarnação. Ele tinha seus compromissos a resolver e eu tinha os meus. Assim, um acidente causando pequenas avarias foi uma maneira que descobrimos onde poderíamos nos encontrar para poder quitar a dívida.
E assim foi feito. Por distração eu não vi a moto, causando uma colisão onde precisei desembolsar o valor equivalente a uma dívida do passado. E quitei minha dívida com ele.
Foi então que eu compreendi que não existem “coincidências”. Tudo tem uma razão, um motivo. Nada fica sem resposta.
Fiquei tão contente pela explicação dos Mentores espirituais que até acabei esquecendo de levar o sal de fruta para minha namorada. Quando lembrei, nem fui levar, porque já era madrugada.
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Bem, essa é a história que aconteceu comigo. Da mesma forma que eu aprendi com a explicação dos Mentores, estou compartilhando para que outras pessoas possam também compreender. Espero ter colaborado! 😊A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, nuvem, céu, atividades ao ar livre e natureza

“INTUIÇÃO” É O “GPS” DA ALMA... O SEU ESTÁ LIGADO?

SINTONIA, INTUIÇÃO E PRESSENTIMENTOS. VIGIE SEUS SENTIMENTOS, PENSAMENTOS E PALAVRAS NAS RELAÇÕES COM OS OUTROS. O QUE DAMOS RECEBEMOS DE VOLTA. SINTONIA, é a identidade ou harmonia vibratória, isto é o grau de semelhança das emissões ou radiações mentais de dois ou mais espíritos, encarnados ou desencarnados, ou seja, afinidade moral. A comunicação espiritual é controlada pelo grau de sintonia que decorre dessa afinidade moral. Temos, por isso a companhia espiritual que desejamos mediante o nosso comportamento, sentimentos, pensamentos e aspirações.
Estão ao nosso redor aqueles que sintonizam ou têm contas a ajustar conosco, portanto o padrão vibratório é uma maneira de definir o padrão moral do espírito. Atraímos as mentes que possuem o mesmo padrão vibratório nosso, que estão no mesmo nível moral.
Em virtude do princípio de sintonia, estabelece-se uma dependência entre encarnados e desencarnados, quando ambos estão perturbados e emitindo vibrações viciadas. A identidade vibratória inferior, no caso do ódio, ressentimentos, tristeza, desânimo etc., prende o desencarnados mais ou menos inconscientes do seu estado na aura magnética dos encarnados.
O pensamento é um idioma universal e a sintonia corre por nossa conta, para melhorar a sintonia é necessário educar nossos pensamentos. Mas será que os pensamentos negativos são espontâneos ou são induzidos por espíritos?
As duas coisas podem perfeitamente acontecer, dizem os espiritualistas, mas se a pessoa resolve ser infeliz a partir daquele momento, a decisão é dela. Se foi induzida e passou a aceitar a sugestão, cabe a ela mudar de opinião e não sintonizar com aquela entidade.
Todo aquele que recebe, pelo pensamento, comunicações estranhas ás suas ideia preconcebidas, está recebendo influência espiritual. A inspiração que vem dos espíritos, tanto pode influenciar para o bem quanto para o mal, mas em geral vem dos espíritos que querem o nosso bem e cujos conselhos, muitas vezes cometemos o erro de não seguir.
Há pessoas que em certas circunstâncias tem intuição que permite entrever as conseqüências das coisas presentes e futuras. O PRESSENTIMENTO é uma INTUIÇÃO vaga das coisas futuras, algumas pessoas tem essa faculdade mais ou menos desenvolvida.
O pressentimento é o conselho íntimo e oculto de um espírito que nos quer bem, como também está na intuição da escolha que tenhamos feito. Pode ser a voz do instinto, pois antes de reencarnar o espírito tem o conhecimento das fases principais de sua existência.
Os avisos dos espíritos protetores podem abranger todos os aspectos de nossa vida, pois eles se esforçam para que vivamos o melhor possível, porém quase sempre, tapamos os ouvidos aos avisos salutares e se sofremos a responsabilidade é nossa.
Toda pessoa sente, num grau maior ou menor, a influência dos espíritos, sendo que alguns sentem mais e tem consciência que estão recebendo uma comunicação, estes são os médiuns.
A facilidade com que as relações entre os espíritos e os médiuns se estabelecem dependendo do grau de afinidade que existe entre os dois.
Todo efeito mediúnico é o resultado da combinação dos fluídos emitidos por um espírito e pelo médium, por essa união, esses fluídos adquirem propriedades novas que, separadamente, não teriam o mesmo efeito.
Precisamos então tomar os cuidados necessários para vigiarmos-nos mais os nossos pensamentos, lapidando a SINTONIA, burilando a INTUIÇÃO e entendendo mais os nossos PRESSENTIMENTOS.A imagem pode conter: atividades ao ar livre, texto e natureza

VIGILÂNCIA E ORAÇÃO SÃO IMPRESCINDÍVEIS AO APERFEIÇOAMENTO ESPIRITUAL, ESPECIALMENTE DOS MÉDIUNS.

“Vigiai e orai para não cairdes em tentação”, disse Jesus a seus discípulos, que não conseguiam permanecer em vigília e oração com ele, pouco antes de ser preso. Essa frase continua importante e indispensável a todos, principalmente, aos que procuram viver em harmonia com a Lei do Bem. Vigiar, como verbo intransitivo, significa Velar, Estar Atento, Estar desperto. Vivendo em um mundo onde o Mal e o Bem se mesclam e se confundem, irradiação do que temos e do que somos, interiormente, precisamos estar sempre Vigilantes e Atentos ao que se passa ao redor e dentro de nós, para evitarmos erros de interpretação ao que acontece exteriormente e às reações equivocadas de nossa parte.
Assim, podemos e devemos adquirir o hábito de estar Atentos aos nossos pensamentos, preferencialmente, no momento que surjam e, dependendo do seu teor, afastá-los ou continuar com eles.
Toda vez que nos pegarmos em flagrante, com um “Pensamento Negativo, ou “Inferior”, seja de raiva, ódio, desânimo, tristeza, ou outros, paremos e reflitamos sobre o que deu origem a eles.
O estímulo pode ser exterior ou interior a nós.
De qualquer maneira Despertou um Sentimento criado e alimentado por nós, quando ainda não tínhamos a intenção de seguir o exemplo de Jesus.
Pode ser também – e isso é muito frequente - que continuamos a alimentá-lo, na existência atual, apesar do nosso desejo de seguir Jesus, porque é sempre difícil substituir hábitos antigos por novos.
Trazemos, em nosso “Inconsciente”, na Linguagem Física, ou “Perispírito”, na Linguagem Espiritual, experiências já vividas, muitos sentimentos e emoções recalcados, situações não resolvidas que, em dadas circunstâncias, vêm à tona, muitas vezes surpreendendo até a nós próprios.
“Renascemos na Terra com as forças desequilibrantes do nosso pretérito para as tarefas do reajuste. Nas raízes de nossas tendências encontramos as mais vivas sugestões de inferioridade.
Não te proponhas desse modo, atravessar o mundo sem tentações. Elas nascem de ti mesmo e alimentam-se de ti quando não as combates...”
Também, através da “Mediunidade Generalizada”, que é “a disposição natural do Espírito para expandir-se, projetar-se e entrar em relação com outros Espíritos”, Encarnados ou Desencarnados, e que todos a possuem, estamos, constantemente, conversando, dialogando com Espíritos que nos querem ajudar ou obsessores, respondendo a inquirições sobre nós ou sobre determinadas pessoas, através dos nossos pensamentos.
Jesus, O Mestre Maior, sabia das nossas dificuldades interiores, compadecia-se dos seus Irmãos tão imperfeitos na “Escala Evolutiva” e ensinava-nos, com palavras simples, lições de profunda Sabedoria, como: “Vigiai e Orai para que não entreis em tentação.”
Vigiando nossos Pensamentos, analisando-os, olhando dentro de nós mesmos, vamos perceber que eles apenas refletem nossos sentimentos Bons e Maus, Positivos e Negativos.
Uma maneira de estarmos atentos a esses Pensamentos é Vigiarmos as sensações físicas que eles provocam em nós, se agradáveis ou desagradáveis.
Percebendo o teor da sensação provocada, chegamos ao que sentimos. Todo pensamento nosso é fruto do que sentimos em relação a um estímulo.
Além do Vigiar, mandou-nos Jesus Orar. Sim, só Vigiar não basta, devido à nossa imperfeição no uso das Faculdades do Espírito.
Precisamos também Orar, entrarmos em Sintonia com a Espiritualidade Maior, para que possamos ser ajudados na análise dos nossos pensamentos e sentimentos, afastar os maus e os prejudiciais, sintonizando-nos com o Bem. Nossos Amigos Espirituais atendem ao nosso apelo, Fortalecendo nossa Vontade de Aprender e de Lutar contra o mal que criamos dentro de nós.
Somos ainda muito imperfeitos para lutar sozinhos. Sempre que necessário, busquemos o auxílio do Alto, principalmente, em nossas batalhas internas.
Sigamos, pois, o “Vigiai e Orai” que Jesus nos deixou e vivamos com mais segurança e alegria na busca da harmonização conosco e com os demais.A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e atividades ao ar livre

ELIMINE DE SUA VIDA O HÁBITO DE RECLAMAR. É A GRATIDÃO QUE VAI TRANSFORMAR A SUA VIDA!

A Gratidão é uma das mais poderosas ferramentas para elevar a vibração que você pode praticar. Viver lamentando da vida e reclamando das pessoas e situações a sua volta não vai ajudar em nada. Quem vive lamentando está gerando uma energia contrária ao sucesso e à felicidade. Ser Grato pode ser uma ferramenta poderosa para transformar a sua vida. Somos um corpo energético, cada molécula do corpo humano na verdade é uma vibração de energia.
O átomo quando muda o seu estado, está absorvendo e emitindo frequências eletromagnéticas. Hoje já se sabe que diferentes estados de emoção, percepção e sentimentos resultam em diferentes frequências eletromagnéticas.
Reclamar da vida e dos outros, causa insatisfação geral e cria um campo magnético na mesma frequência, atraindo pessoas e situações que trazem mais insatisfação e desconforto. Assim trabalha o universo, pois traz em retorno aquilo que emitimos.
Elimine de sua vida o hábito de olhar o lado ruim das pessoas e das situações. É possível que, hoje, você veja seus obstáculos e tenha se tornado um especialista em reclamar e não em agradecer. Por isso, não consegue deixar de falar da crise financeira, das pessoas que o machucam e das frustrações da vida.
Ser grato auxilia a reduzir o estresse, a ansiedade e a depressão. Ameniza as situações adversas, deixando-as mais leves, além de provocar o sentimento de valor ao que se tem, e menos frustração pelo que não tem.
Quando nos concentramos no que nos falta, nós criamos bloqueios e limitações. Ficamos aprisionados pela vibração da nossa energia negativa. Como resultado, nós atraímos o que pensamos, o que neste caso é a negatividade.
Comece a observar as pequenas coisas a sua volta, muitas delas são fundamentais para sua sobrevivência. O ar que você respira, a água, o sol, a chuva, o dia, a noite, etc. Você já agradeceu por isso hoje? Não fique esperando acontecimentos espetaculares para sentir gratidão, seja grato pelas pequenas coisas do seu dia a dia.
A gratidão torna a vida mais alegre, agradável e gloriosa. E ela precisa ser cultivada e expressa, mesmo em situações aparentemente desfavoráveis.
Mesmo que a nossa volta pareçam existir milhares de motivos para reclamações, devemos olhar por outro foco e assim encontrar motivos para ser gratos.
A gratidão é uma das mais poderosas ferramentas para elevar a vibração que você pode praticar. Um exercício fundamental para o seu crescimento é ser grato por pessoas e situações em sua vida que o tiram do sério e o irritam. Descubra por que irritam tanto. Considere a possibilidade de que eles podem estar agindo como um espelho para mostrar aspectos de si mesmo que precisa mudar.
O que nós precisamos saber é que todos temos potencial, inteligência, energia e capacidade para sermos felizes. Mas precisamos dar os comandos corretos para nossa mente, para que ela possa acionar nossos talentos mais apropriados em cada situação, tornando-nos o mais eficientes, mais plenos, mais inteiros em cada um dos projetos a que nos propusermos realizar.
Um dos principais ingredientes da felicidade é sermos grato por tudo aquilo que temos e pelas pessoas que enriquecem as nossas vidas.
SOU GRATO!A imagem pode conter: 1 pessoa, sentado

EM TODOS OS LUGARES E SITUAÇÕES DA VIDA, A CARIDADE SERÁ SEMPRE A FONTE DIVINA DAS BÊNÇÃOS DO SENHOR, LENITIVO E O BÁLSAMO QUE CONSOLA.

Quem dá o Pão ao faminto e Água ao sedento, Remédio ao enfermo e Luz ao ignorante, está colaborando na edificação do Reino Divino, em qualquer setor da existência ou da Fé religiosa a que foi chamado. A Voz compassiva e fraternal que Ilumina o Espírito é irmã das mãos que alimentam o corpo. Assistência, Medicação e Ensinamento constituem modalidades santas da Caridade generosa que executa os programas do bem. São vestiduras diferentes de uma virtude única. Conjugam-se e completam-se num todo nobre e digno.
Ninguém pode assistir a outrem, com eficiência, se não procurou a edificação de si mesmo; ninguém medicará, com proveito, se não adquiriu o Espírito de Boa-Vontade para com os que necessitam, e ninguém ensinará, com segurança, se não possui a seu favor os atos de amor ao próximo, no que se refira à compreensão e ao auxílio fraternais.
Em razão disso, as menores manifestações de Caridade, nascidas da sincera disposição de servir com Jesus, são atividades sagradas e indiscutíveis. Em todos os lugares, serão sempre sublimes luzes da fraternidade, disseminando alegria, esperança, gratidão, conforto e intercessões benditas.
Antes, porém, da Caridade que se manifesta exteriormente nos variados setores da vida, pratiquemos a Caridade essencial, sem o que não poderemos efetuar a edificação e a redenção de nós mesmos.
Trata-se da Caridade de pensarmos, falarmos e agirmos, segundo os ensinamentos do Divino Mestre, no Evangelho. É a Caridade de vivermos verdadeiramente nEle para que Ele viva em nós.
Sem esta, poderemos levar a efeito grandes serviços externos, alcançar intercessões valiosas, em nosso benefício, espalhar notáveis obras de pedra, mas, dentro de nós mesmos, nos instantes de supremo testemunho na fé, estaremos vazios e desolados, na condição de mendigos de luz.A imagem pode conter: 4 pessoas, atividades ao ar livre

COMO É A CHEGADA DO "OUTRO LADO"

COMO É A CHEGADA DO "OUTRO LADO" DA MAIORIA QUE DESENCARNA, ESPECIALMENTE OS QUE NÃO TEM "MERECIMENTO" E NEM "CONHECIMENTO".
Por desconhecimento de assuntos relacionados à Vida Espiritual, infelizmente, Grande Parte de Desencarnados, voltam para Casa e tentam conversar com seus Entes Queridos, como faziam quando Encarnados. Como não são vistos, nem ouvidos e nem percebidos, saem e ficam “Vagando” pelas ruas, achando que não são mais amados. Pior que isso, é o fato de muitos ter “Merecimento”, mas por “Desconhecimento Espiritual”, não aceitam Socorro das Equipes Socorristas, de Mentores, Parentes e Amigos, achando que são enviados do...., como vemos todos os dias na TV, Irmãos que falam mais do...., que de Deus.
Quando alguém desencarna costumamos ouvir: - Descansou.
Puro engano. Veja o que disse Chico Xavier: "Se esperamos por descanso depois da morte, estamos mal informados. A morte é a vida que se desdobra, plena de trabalho em todos os sentidos… Descansar mesmo o Espírito só descansa quando está no ventre materno!…"Outro engano é acreditar que Deus criou o mundo em 6 dias e no 7º descansou. Jesus acabou com esta alegoria quando disse: “Meu Pai trabalha até agora, e eu também.” (João 5:17)
No plano espiritual também há trabalho. Por exemplo: André Luiz, no livro Nosso Lar, conta que se candidatou ao trabalho. Lá todos os moradores precisam se envolver em algum trabalho útil em prol do próximo, e o mínimo exigido são de 8 horas de trabalho diário, podendo ser excedido em 4 horas diárias. Esse número só pode ser alterado em casos excepcionais que exijam dedicação total dos trabalhadores.
Tobias informou André Luiz que na preparação de sucos, tecidos e artefatos em geral, Nosso Lar dá trabalho há mais de 100 mil criaturas, que se regeneram e se iluminam ao mesmo tempo. A colônia possui programas de trabalho numeroso para que todos possam se integrar a ele, independente da profissão que tiveram na Terra.
Assim como há a lei do trabalho no Nosso Lar, há também a lei do descanso para que não sejam sobrecarregados mais uns que outros. Há também remuneração. A cada hora de serviço, o trabalhador ganha o chamado BÔNUS HORA, que não é exatamente uma moeda, mas uma ficha de serviço individual com valor aquisitivo.
Quem acumula o BÔNUS HORA pode adquirir uma casa ou roupas. Poderá trocar por oportunidades nos lugares consagrados ao entretenimento. Poderá freqüentar Escolas nos Ministérios.
Os habitantes da colônia recebem provisões de pão e roupa, no que se refere ao necessário; mas os que se esforçam para obter o BÔNUS HORA conseguem certas prerrogativas na comunidade social.
O ocioso vestirá, sem dúvida; mas o operário dedicado vestirá o que melhor lhe pareça. A maioria consegue 72 bônus horas por semana, contando as 4 horas extras diárias.
Mas nos serviços de grande sacrifício, a remuneração pode ser duplicada, e as vezes, triplicada.
O verdadeiro ganho da criatura é de natureza espiritual e o bônus hora modifica-se em valor substancial, segundo a natureza dos serviços.
As aquisições fundamentais constituem-se de experiência, educação, enriquecimento de bênçãos divinas, extensão de possibilidades. Os fatores assiduidade e dedicação representam quase tudo.
A propriedade em Nosso Lar é relativa. Cada família espiritual pode conquistar um lar com 30 mil bônus hora. É limitada a somente um lar.
A Ministra Veneranda recebeu a medalha do Mérito do Serviço, por ser a primeira entidade da colônia que havia conseguido, até aquele momento, um milhão de horas de trabalho útil, sem reclamar e sem esmorecer.
Lembremos que, Nosso Lar está localizada sobre a cidade do Rio de Janeiro e é uma das milhares Cidades Espirituais, como disse Divaldo Franco. Não sabemos para qual delas iremos.A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e atividades ao ar livre